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>>>Bioenergética
Corredores, assumam suas marcas
Imagine que você comece a correr. Eis o que acontece:
- as células musculares queimam o ATP que está circulando em cerca de 3 segundos;
- o sistema de fosfato contribui e fornece energia durante 8, 10 segundos. Este seria o principal sistema de energia usado pelos músculos de um velocista de 100 metros rasos ou de um halterofilista, que praticam exercícios de rápida aceleração e curta duração;
- se o exercício continuar por muito tempo, o sistema de ácido láctico-glicólise entra em ação. Isto seria válido para exercícios de curta duração, como 200 ou 400 metros rasos e 100 metros nado livre;
finalmente, se o exercício continuar, a respiração aeróbica assume o controle. Isto ocorre em provas de resistência, como os 800 metros rasos, a maratona, o remo, o esqui cross-country e a patinação de longa distância
Sistema do fosfato
Uma célula muscular tem determinada quantidade de ATP que pode ser usada imediatamente, mas isto é suficiente para durar apenas cerca de três segundos. Para reconstituir rapidamente os níveis de ATP, as células musculares contêm um composto de fosfato altamente energético, chamado fosfocreatina. O fosfato é extraído da fosfocreatina por uma enzima, e é transferido para o ADP para produzir ATP. A célula transforma ATP em ADP e, rapidamente, o fosfato transforma o ADP de novo em ATP. Conforme o músculo continua a trabalhar, os níveis de fosfocreatina começam a diminuir. Juntos, os níveis de ATP e de fosfocreatina são chamados de sistema do fosfato. O sistema do fosfato pode suprir as necessidades energéticas dos músculos em atividade, mas apenas por 8 ou 10 segundos.
Sistema de ácido láctico-glicólise
Os músculos também têm grandes reservas de um carboidrato complexo, chamado glicogênio. O glicogênio é uma cadeia de móleculas de glicose. A célula quebra o glicogênio em glicose e depois usa o metabolismo anaeróbico (anaeróbico significa "sem oxigênio") para produzir ATP e um subproduto chamado ácido láctico a partir da glicose.
Neste processo, acontecem cerca de 12 reações químicas para produzir ATP. O sistema ainda pode agir rapidamente e produzir ATP suficiente para durar cerca de 90 segundos. Este sistema não precisa de oxigênio, o que é bem prático, já que o coração e os pulmões levam algum tempo para coordenar suas ações. Desta maneira, os músculos, contraídos rapidamente, comprimem seus próprios vasos sangüíneos, privando-se de sangue. Há um limite definido para a respiração anaeróbica por causa do ácido láctico (ácido que faz os seus músculos doerem). O ácido láctico se acumula no tecido muscular e causa a fadiga e a dor que você sente nos músculos que se exercitam em excesso.
Respiração aeróbica
Com cerca de dois minutos de exercício, o corpo já responde para suprir oxigênio aos músculos que se exercitam. Quando há oxigênio, a glicose pode ser completamente decomposta em dióxido de carbono e água em um processo chamado respiração aeróbica. A glicose pode ter três diferentes origens:
- as reservas de glicogênio restantes nos músculos;
- a quebra do glicogênio do fígado em glicose, que chega ao músculo ativo através da corrente sangüínea;
- a absorção da glicose dos alimentos no intestino, que chega ao músculo ativo através da corrente sangüínea.
A respiração aeróbica também pode usar ácidos graxos das reservas de gordura do músculo e do corpo para produzir ATP. Em casos extremos (como fome prolongada), as proteínas também podem ser decompostas em aminoácidos e utilizadas para produzir ATP. A respiração aeróbica usaria primeiramente os carboidratos, depois as gorduras e, se necessário, as proteínas. A respiração aeróbica necessita de mais reações químicas para produzir ATP do que os sistemas anteriores. A respiração aeróbica produz ATP em ritmo mais lento, mas pode continuar o fornecimento por muitas horas, contanto que o suprimento de combustível dure.
Energia para Atividade Celular
O sol é a origem de todas as energias sob a forma de energia luminosa, as plantas a convertem em energia química através da fotossíntese, nós obtemos energia consumindo plantas e animais que as consomem, na forma de Carboidratos, Proteínas e Gorduras.
A energia é mensurada em Kcal, 1 Kcal é a quantidade de energia necessária para elevar um grama de água em 1 grau.
De 60% a 70% da energia consumida pelo corpo é degradada em calor, o resto é utilizado para atividade muscular ou processos celulares como o transporte ativo de substâncias (Ex.: Ca++ e Glicose), fundamental para a sobrevivência da célula e manutenção da homeostásia. As miofibrilas também utilizam a energia para produzir o deslizamento da actina e da miosina, para geração de força.
Fontes energéticas
As ligações das moléculas dos alimentos geram pouca energia, porém esta energia não é utilizada diretamente nas reações, mas sim armazenada criando a molécula de ATP (Altamente energética). Durante o repouso utilizamos energia proveniente de carboidratos e gorduras, as proteínas são os tijolos, pouco utilizados na obtenção de energia. Nosso corpo utilizará mais ou menos carboidratos e gorduras de acordo com a intensidade do exercício. Mais intenso = mais carboidratos.
Carboidratos
A dependência de carboidratos esta relacionada a sua disponibilidade, os carboidratos são em última estância transformados em glicose e fornecidos as células pela corrente sanguínea, em repouso estes são utilizados para repor as reservas musculares e hepáticas de glicogênio, forma mais complexa. Quando necessário, glicogênio muscular já depletado, o glicogênio hepático e convertido em glicose e fornecido aos tecidos ativos. Estas duas reservas de glicogênio são limitadas logo dependemos muito da ingestão de carboidratos, amidos e açúcares para manutenção das mesmas. Cada grama de Carboidrato=4,1Kcal
Carboidratos
Você, provavelmente, já ouviu falar em "carboidratos" e "carboidratos complexos". Os carboidratos fornecem o combustível básico para seu corpo. Seu corpo precisa dos carboidratos como um motor de carro precisa da gasolina falta de carboidratos faz perder massa
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O carboidrato mais simples é a glicose. A glicose, também chamada de "açúcar do sangue" e "dextrose", fluem na corrente sangüínea para estar disponível a cada célula de seu corpo. Suas células absorvem glicose e a convertem na energia utilizada pela célula. Especificamente, um conjunto de reações químicas na glicose cria ATP (adenosina tri-fosfato), e uma ligação de fosfato nas energias de ATP cria a maioria da maquinaria em uma célula humana. Se você beber uma solução de água e glicose, esta passa diretamente do sistema digestivo para a corrente sangüínea.
O carboidrato possui este nome porque a glicose é formada de carbono e água
Repare que a glicose é composta de seis átomos de carbono (carbo...) e de elementos de seis móleculas de água (...hidrato). A glicose é um açúcar simples, por isso, tem um gosto doce para nossa língua. Há outros açúcares simples dos quais você já deve ter ouvido falar. A frutose é o principal açúcar das frutas. A frutose tem a mesma fórmula química da glicose (C6H12O6), mas a organização dos átomos é um pouco diferente. O fígado converte a frutose em glicose. A sacarose, também conhecida como " açúcar branco" ou "açúcar de mesa", é constituída de uma molécula de glicose ligada a uma de frutose. A lactose (açúcar encontrado no leite) é produzida a partir de uma molécula de glicose ligada a uma de galactose. A galactose, como a frutose, tem os mesmos componentes químicos que a glicose, mas a organização dos átomos é diferente. O fígado também converte a galactose em glicose. A maltose, o açúcar encontrado no malte, é produzido a partir da ligação de dois átomos de glicose.
A glicose, a frutose e a galactose são monossacarídeos e são os únicos carboidratos que podem ser absorvidos pela corrente sangüínea através da parte interna do intestino. A lactose, a sacarose e a maltose são dissacarídeos (eles contêm dois monossacarídeos) e são facilmente convertidos em suas bases monossacarídeas pelas enzimas no trato digestivo. Monossacarídeos e dissacarídeos são chamados de carboidratos simples. Eles também são açúcares, têm sabor doce, são digeridos e entram na corrente sangüínea de forma muito rápida. Ao olhar o rótulo de "informações nutricionais" de uma embalagem de alimentos e vir "açúcares" abaixo da parte que fala de "Carboidratos", é desses açúcares simples que o rótulo está falando.
Também existem carboidratos complexos, normalmente conhecidos como "amidos". Um carboidrato complexo é composto de cadeias de moléculas de glicose. Amidos são a maneira que as plantas usam para armazenar energia - elas produzem glicose e formam cadeias com estas moléculas para formá-los. A maioria dos grãos (trigo, milho, aveia, arroz) e alimentos como batatas e bananas são ricos em carboidratos complexos. Seu sistema digestivo quebra um carboidrato complexo em moléculas de glicose para que esta glicose possa entrar na sua corrente sangüínea. No entanto, leva muito mais tempo para quebrar o amido. Se você beber uma lata de refrigerante cheia de açúcar, a glicose entrará na corrente sangüínea em uma taxa de 30 calorias por minuto. Um carboidrato complexo integral é digerido muito mais vagarosamente, o que faz com que a glicose entre na corrente sangüínea a uma taxa de apenas duas calorias por minuto.
Você pode ter ouvido falar que comer carboidratos complexos faz bem, mas que o açúcar não. Você pode até mesmo ter sentido isso no seu próprio corpo. A seguinte citação do Guia para a Nutrição das Crianças de Yale explica porque:
Se os carboidratos complexos integrais são quebrados em monossacarídeos nos intestinos, antes de serem absorvidos pela corrente sangüínea, porque eles são melhores do que o açúcar refinado ou outros di- ou mono-sacarídeos? Isso tem muito a ver com o processo de digestão e absorção. Os açúcares simples requerem pouca digestão, e quando uma criança come um alimento doce (como uma barra de chocolate recheado ou uma lata de refrigerante) o nível de glicose do sangue se eleva rapidamente. Em resposta, o pâncreas produz uma grande quantidade de insulina para evitar que os níveis de glicose no sangue se elevem muito. Esta grande resposta de insulina, por sua vez, tende a fazer o nível de açúcar do sangue cair depois de 3 a 5 horas depois da barra de chocolate ou da lata de refrigerante ser consumida. Esta tendência de queda do nível de glicose no sangue pode, então, levar ao surgimento da adrenalina, que por sua vez pode causar nervosismo ou irritabilidade. O mesmo "efeito montanha russa" de níveis de glicose e hormônios não ocorre depois de comer carboidratos complexos integrais ou após ter uma refeição balanceada, porque os processos de digestão e absorção são muito lentos.
Pensando bem, isto é muito interessante porque mostra que os alimentos que você consome e o modo com que faz isto podem afetar seu humor e seu temperamento. Os alimentos afetam os níveis dos hormônios em sua circulação sanguínea por muito tempo.
Outra coisa interessante sobre esta citação é a menção da insulina. Acontece que a insulina é muito importante para o modo que o corpo usa a glicose que a alimentação fornece. As funções da insulina são:
- possibilitar que a glicose seja transportada pelas membranas das células
- converter a glicose em glicogênio para ser armazenado no fígado e músculos
- ajudar o excesso de glicose a ser convertido em gordura
- evitar a quebra de proteína para não faltar energia
De acordo com a Enciclopédia Britânica (em inglês):
A insulina é uma proteína simples na qual duas cadeias de polipeptídeos de aminoácidos são reunidos por ligações de bissulfeto. A insulina ajuda a transformar a glicose nas células para que elas possam oxidar a glicose e produzir energia para o corpo. No tecido adiposo (gordura), a insulina facilita o armazenamento da glicose e sua conversão em ácidos graxos. A insulina também permite a decomposição química dos ácidos graxos. No músculo, ela permite que os aminoácidos saibam quando devem produzir proteínas. No fígado, ela ajuda a converter a glicose em glicogênio (o armazenamento de carboidrato em animais) e reduz a gliconeogênese (a formação de glicose a partir de fontes não carboidratos). A ação da insulina é antagonizada pelo glucagon (outro hormônio pancreático) e pela adrenalina.
- O que você pode começar a ver a partir desta descrição é que na verdade há muitas coisas diferentes acontecendo no seu organismo envolvendo a glicose. A glicose é a fonte essencial de energia para seu corpo, que possui muitos mecanismos diferentes para assegurar que o nível correto de glicose esteja adequado na corrente sangüínea. Por exemplo, seu corpo armazena a glicose em seu fígado (como o glicogênio) e também pode converter a proteína em glicose, se necessário. Os carboidratos fornecem a energia que as células precisam para sobreviver.
Gorduras
Utilizados para exercícios menos intensos de duração mais longa, pois sua transformação em energia se dá com um processo bem mais longo, no qual os triglicerídeos são convertidos em glicerol e ácidos graxos, em então esses ácidos graxos livres são utilizados na formação do ATP. Cada grama da Gordura=9Kcal
Gorduras
Todos nós conhecemos as gorduras comuns que os alimentos contêm. A carne possui gordura animal. A maioria dos pães e das massas contém óleos vegetais, manteiga ou banha. Alimentos fritos são feitos em óleo quente. As gorduras possuem um aspecto seboso.
Sabemos que existem dois tipos de gorduras: as saturadas e as insaturadas. As gorduras saturadas são normalmente sólidas em temperatura ambiente, enquanto que as insaturadas são líquidas. Os óleos vegetais são os melhores exemplos de gorduras insaturadas, enquanto que as banhas e as manteigas (assim como a gordura animal que vemos em carne crua) são gorduras saturadas. Porém, a maioria das gorduras contém uma mistura. O azeite de oliva. Ele contém gorduras saturadas e insaturadas, mas as gorduras saturadas são dissolvidas nas insaturadas. Para separá-las é só colocar o azeite de oliva na geladeira. As gorduras saturadas se solidificarão e as insaturadas continuarão líquidas. Você pode ver que a embalagem do azeite de oliva distingue as gorduras insaturadas entre poliinsaturadas e monoinsaturadas. As gorduras insaturadas são, atualmente, consideradas mais saudáveis do que as saturadas.
As gorduras que você consome entram no sistema disgestivo e encontram com uma enzima chamada lipase. A lipase quebra a gordura em partes: glicerol e ácidos graxos. Estes componentes são reagrupados no triglicérides para serem transportados pela corrente sangüínea. As células musculares e as células adiposas absorvem os triglicérides para armazená-los ou queimá-los, como se fossem combustíveis.
Você precisa consumir gordura por várias razões:
- como veremos na próxima seção, certas vitaminas são solúveis em gordura; a única forma de obtê-las é ingerindo gordura;
- do mesmo modo que há os aminoácidos essenciais, há os ácidos graxos essenciais (por exemplo, o ácido linoléico é usado para produzir as membranas das células); você poderá obtê-los por meio da alimentação porque seu organismo não pode produzí-los;
- a gordura se torna uma boa fonte de energia; ela contém duas vezes mais calorias por grama do que os carboidratos ou as proteínas; seu organismo pode queimar gordura como combustível, quando necessário.
Onde está a gordura?
Gordura, ou tecido adiposo, é encontrada em diversos lugares em seu corpo. Geralmente, a gordura encontra-se debaixo de sua pele (gordura subcutânea). Encontra-se também sobre cada um de seus rins. Outras localizações dependem se você é homem ou mulher.
- Um homem adulto tende a carregar gordura corporal em seu peito, abdômen e nádegas, apresentando uma forma de "maçã".
- Uma mulher adulta tende a carregar gordura em seus seios, coxas, cintura e nádegas, apresentando uma forma de "pêra".
- A diferença na localização de gordura decorre da relação entre os hormônios sexuais estrogênio e testosterona
Insulina
Quando você come um doce ou uma refeição, a presença de glicose, aminoácidos ou ácidos graxos no intestino, estimulam o pâncreas a secretar um hormônio chamado insulina. A insulina atua em muitas células em seu corpo, especialmente no fígado, músculos e tecido adiposo. A insulina manda as células fazerem o seguinte:
- absorver glicose, ácidos gordurosos e aminoácidos
- parar a quebra:
- glicose, ácidos graxos e aminoácidos
- glicogênio em glicose
- gorduras em ácidos graxos e glicerol
- proteínas em aminoácidos
- começa a construir:
- glicogênio da glicose
- gorduras (triglicerídios) do glicerol e ácidos graxos
- proteínas dos aminoácidos
Proteínas
Seu processo é tão lento quanto o das gorduras, pois esta deve ser convertida em aminoácidos e depois em glicose através da gliconeogênese. Fornecem de 5% a 10% de energia em exercícios de longa duração. Cada grama de Proteína=4,1Kcal
Proteínas
- Uma proteína é qualquer cadeia de aminoácidos. Um aminoácido é uma pequena molécula que atua como um bloco construtor de qualquer célula. Os carboidratos fornecem energia para as células, enquanto que os aminoácidos fornecem o material "construtor" de que as células precisam para crescer e manter suas estruturas. Cerca de 20% do seu peso é composto de proteína e 60% de água. A maior parte do resto do nosso corpo é composto de minerais (por exemplo, o cálcio dos ossos). Os aminoácidos são chamados assim porque todos eles contêm um grupo de amina (NH2) e um grupo de ácido carboxílico (COOH). Veja abaixo a estrutura química de dois dos aminoácidos.
Você pode ver que a parte de cima de cada um é idêntica a do outro. Isso ocorre em todos eles. A pequena cadeia na parte inferior (o H ou o CH3 nestes dois aminoácidos) é a única coisa que varia nos aminoácidos. Em alguns aminoácidos, a parte variável pode ser bem maior. O corpo é formado por 20 aminoácidos diferentes (talvez haja 100 aminoácidos diferentes disponíveis na natureza).
Em relação ao seu organismo há dois tipos diferentes de aminoácidos: essencial e não-essencial. Os aminoácidos não-essenciais são aqueles que seu corpo pode criar a partir de outros produtos químicos encontrados em seu organismo. Já os aminoácidos essenciais não podem ser criados, e além do mais, a única forma de obtê-los é através da alimentação. Abaixo alguns aminoácidos diferentes.
Não-essenciais
- alanina (sintetizada a partir do ácido pirúvico)
- arginina (sintetizada a partir do ácido glutâmico)
- asparagina (sintetizada a partir do ácido aspártico)
- ácido aspártico (sintetizado a partir do ácido oxaloacético)
- cisteina
- ácido glutâmico (sintetizado a partir do ácido oxoglutárico)
- glutamina (sintetizada a partir do ácido glutâmico)
- glicina (sintetizada a partir da serina e treonina)
- prolina (sintetizada a partir do ácido glutâmico)
- serina (sintetizada a partir da glicose)
- tirosina (sintetizada a partir da fenilalanina)
Essenciais
- histidina
- isoleucina
- leucina
- lisina
- metionina
- fenilalanina
- treonina
- triptofano
- valina
A origem da proteína de nossa dieta é tanto de fontes animais quanto vegetais. A maioria das fontes animais (carne, leite, ovos) fornece o que é chamado de "proteína completa", o que significa que contém todos os aminoácidos essenciais. As fontes vegetais geralmente são pobres ou não têm certos aminoácidos essenciais. Por exemplo, o arroz é pobre em isoleucina e lisina. Contudo, as diferentes fontes vegetais são carentes em diferentes aminoácidos e, combinando os diferentes alimentos, você pode obter todos os aminoácidos essenciais durante o dia todo. Algumas fontes vegetais contêm muita proteína. Alimentos como nozes, feijão e soja são ricos em proteínas. Combinando-os você pode obter todos os aminoácidos essenciais.
O sistema digestivo quebra todas as proteínas dos aminoácidos para que eles possam entrar na corrente sangüínea. As células usam os aminoácidos como blocos construtores.
A partir desta discussão você pode ver que seu corpo não pode sobreviver estritamente de carboidratos. Você precisa de proteína. De acordo com este artigo (em inglês), o VD (Valor Diário recomendado) é de 0,36 gramas de proteína para cada meio quilo de peso corporal. Então, uma pessoa de 75 kg precisa de 54 gramas de proteína por dia. A foto acima é do rótulo dos fatores nutricionais de uma lata de atum. Você pode ver que uma lata de atum contém cerca de 32 gramas de proteínas (esta lata tem cerca de 13 gramas e há 2,5 porções na lata). Um copo de leite contém cerca de 8 gramas de proteína, já uma fatia de pão deve conter cerca de 2 ou 3 gramas de proteína. Você pode ver que não é tão difícil conseguir o VD de proteína com uma dieta normal.
Vitaminas
O Dicionário Merriam-Webster Collegiate define "vitamina" como:
vi.ta.mi.na: qualquer uma das substâncias orgânicas que são essenciais, em pequenas quantidades, à nutrição da maioria dos animais e de algumas plantas. Atua, especialmente, como coenzima e precursora de coenzimas na regulamentação dos processos metabólicos, mas não fornece energia e nem serve como unidade construtora; está presente em alimentos naturais ou, às vezes, é produzida pelo próprio organismo.
As vitaminas são moléculas minúsculas que seu organismo precisa ter para funcionar adequadamente (a vitamina B12 é a maior, com um peso molecular de 1.355). Em Como funciona o bronzeado e a queimadura de sol, vamos aprender que o corpo pode produzir sua própria vitamina D, mas, geralmente, as vitaminas precisam ser fornecidas pela alimentação. O corpo humano precisa de 13 vitaminas diferentes:
- Vitamina A (solúvel em gordura, retinol) presente em plantas com beta-caroteno. Quando você come beta-caroteno, uma enzima no estômago a transforma em vitamina A.
- Vitamina B (solúvel em água, várias vitaminas específicas no complexo).
- Vitamina B1: tiamina
- Vitamina B2: riboflavina
- Vitamina B3: niacina
- Vitamina B6: piridoxina
- Vitamina B12: cianocobalamina
- Ácido fólico
- Vitamina C (solúvel em água, ácido ascórbico)
- Vitamina D (solúvel em gordura, calciferol)
- Vitamina E (solúvel em gordura, tocoferol)
- Vitamina K (solúvel em gordura, menaquinona)
- Ácido pantotênico (solúvel em água)
- Biotina (solúvel em água)
Na maioria dos casos, a falta de vitamina causa graves problemas. A lista a seguir mostra as doenças associadas à falta de diferentes vitaminas:
- Falta de vitamina A: cegueira noturna, xeroftalmia
- Falta de vitamina B1: beribéri
- Falta de vitamina B2: problemas com lábios, língua e pele
- Falta de vitamina B3: pelagra
- Falta de vitamina B12: anemia perniciosa
- Falta de vitamina C: escorbuto
- Falta de vitamina D: raquitismo
- Falta de vitamina E: mal absorção de gorduras, anemia
- Falta de vitamina K: má coagulação sangüínea, hemorragia interna
Uma dieta de alimentos frescos e naturais, geralmente, fornecem todas as vitaminas que o organismo precisa. O processamento tende a destruir as vitaminas, então muitos dos alimentos processados são "fortalecidos" com vitaminas artificiais.
Minerais
Os minerais são elementos que nossos organismos devem ter para criar moléculas específicas necessárias ao organismo. Veja alguns dos minerais mais comuns que nosso corpo precisa:
- cálcio - necessário para dentes e ossos
- cloro
- cromo
- cobre
- flúor - dá força aos dentes
- iodo - combina com a triosina para criar o hormônio tiroxina
- ferro - transporta o oxigênio pelas células vermelhas do sangue
- magnésio
- manganês
- molibdênio
- fósforo
- potássio - íon importante nas células nervosas
- selênio
- sódio
- zinco
Precisamos de outros minerais também, mas eles são fornecidos pelas moléculas que os usam. Por exemplo, o enxofre é encontrado no aminoácido metionina e o cobalto é parte da vitamina B12.
O alimento fornece estes minerais. Se houver carência deles na dieta, vários problemas de saúde e doenças podem surgir.
Água
Como mencionado acima, seu corpo é cerca de 60% de água. Uma pessoa em repouso perde cerca de 1134 gr de água por dia.
A água é eliminada pelo corpo por meio da urina, na respiração quando você exala, pela evaporação através da pele, etc. Obviamente, se você estiver trabalhando e suando muito, então, você pode perder muito mais água.
Por estarmos perdendo água todo o tempo, precisamos recuperá-la. Precisamos tomar, pelo menos, 1134 gr por dia na forma de alimentos úmidos e líquidos. No calor e quando estiver se exercitando, seu corpo pode precisar duas vezes mais do que esta quantidade. Muitos alimentos contêm uma surpreendente quantidade de agua, especialmente as frutas. Água pura e bebidas fornecem o resto.
Fibras
Fibra é o nome principal dado às coisas que comemos e que nossos organismos não podem digerir. As três fibras que comemos regularmente são:
- celulose
- hemicelulose
- pectina
A hemicelulose é encontrada nas cascas de diferentes grãos como o trigo. O farelo de cereais é uma hemicelulose. Celulose é um componente estrutural das plantas, ele dá o formato a um vegetal. Pectina é encontrada na maioria das frutas, é solúvel em água mas não digestível. A pectina normalmente é chamada de "fibra solúvel em água" e forma um gel. Quando comemos fibra, ela simplesmente passa direto, intocável pelo sistema digestivo.
A celulose é um carboidrato complexo. É uma cadeia de moléculas de glicose. Alguns animais e insetos podem digerir a celulose. Tanto as vacas como os cupins não têm problema com isso porque eles têm uma bactéria no sistema digestivo que secreta enzimas que quebram a celulose em glicose. Os seres humanos não possuem as enzimas nem a bactéria benéfica, então a celulose é uma fibra para nós.
Velocidade para liberação de energia
Efeito de ação de massa = Quando grandes quantidades de um determinado substrato fazem com que as células dependam mais dessa fonte do que fontes alternativas. As enzimas controlam a velocidade de liberação de energia, estas trabalham no tipo chave-fechadura, sendo bem específicas para seus substratos, todas terminam com o sufixo –ase. Ex.: Enzima que atua no ATP é a ATPase.
Bioenergética: Formação de ATP
O processo de formação de ATP através de outras fontes químicas é denominado fosforilação, isto é conversão de ADP em ATP, quando este processo tem auxílio de oxigênio, é chamado de fosforilação oxidativa. Há 3 processos de formação de ATP:
Sistema ATP-CP:
É o mais simples, e mais rápido processo de formção de ATP, onde a molécula de Cretina Fosfato é quebrada pela enzima creatina quinase (CK), essa quebra da ligação de fosfato libera grande energia, mas diferente da energia proveniente do ATP, ela não é utilizada diretamente na atividade celular e sim na reconstrução do ADP e ATP. Esse processo é utilizado nos primeiro segundos (3 a 15) de atividade intensa.
Sistema Glicolítico:
Energia é obtida através da quebra da glicose (glicólise), a glicose sanguínea é obtida através da alimentação de carboidratos e ou da degradação de glicogênio hepático (Glicogenólise) que é transformado em glicose-1-fosfato.
Entes de ser utilizado para obter energia, a glicose ou a glicose-1-fosfato (degradação do glicogênio) deve ser convertida em glicose-6-fosfato. Obs.: A glicose-1-fosfato não precisa de energia para se transformar em glicose-6-fosfato, já a glicose necessita de uma molécula de ATP nesse processo.
O processo de glicólise começa a partir da gliocose-6-fosfato, a presença de oxigênio determina apenas o destino do ácido pirúvico, no caso da glicólise anaeróbica este é convertido em ácido láctico. Esse sistema é bem mais complexo que o ATP-CP, envolvendo 12 reações enzimáticas e tem um rendimento de 3 mols de ATP para cada molécula de glicogênio ou 2 mols de ATP para cada molécula de glicose, já que esta perde um ATP no início do processo.
Este processo pode entrar em exaustão, com a liberação de ácido láctico, acidificando o meio, inibindo as reações desse processo assim como a capacidade de ligação das fibras com o Ca++ inibindo as contrações musculares.
O ácido láctico e o lactato são distintos, o lactato é um sal proveniente o ácido láctico quando este libera H+
Hormônio – Substância química produzida por glândulas específicas lançadas no sangue para alcançar células alvo (que possuem receptores específicos).
Esteróides – Derivados de colesterol ou lipídios, agem diretamente no núcleo da célula, interagindo com o RNA.
Não-Esteróides – Derivados de Aminoácidos, interagem com um mensageiro para agirem no interior da célula pois seus receptores são externos (Receptores de Membrana).
AÇÃO:
- Interação hormônio-receptor
- Ativa proteína G
- Ativa a Enzima Adenil Ciclase
- Esta induz a formação de AMPc a partir de ATP
- Resposta fisiológica dependendo da célula
- A ação termina quando o AMPc é destruído.
Receptores – Substância específica que reage com seu hormônio específico, interagindo e definindo a ação hormonal.
Regulação ascendente – Aumento hormonal que gera aumento tanto quantitativo como qualitativo dos receptores.
Regulação descendente – Aumento hormonal prolongado que reduz os receptores. Ex.: Ciclo de esteróides.
Hipotálamo – Produz fatores de liberação que atuam na hipófise, regulando a produção de hormônios da mesma.
Hipófise – Secreta 8 hormônios:
- Hormônio do Crescimento (GH) – Promove o crescimento de todas as células do corpo, estimula a síntese protéica, aumenta a mobilização de gorduras e a sua utilização como fonte de energia (lipólise), reduz a utilização de carboidratos. Faz manutenção das reservas de glicogênio (Gliconeo). O GH é estimulado com o aumento da intensidade dos exercícios, há uma menor resposta em indivíduos mais treinados.
- Hormônio Tireóide estimulante (TSH) – Estimula a tireóide na liberação de T3 e T4. Sua liberação aumenta junto com a intensidade do exercício.
- Adenocorticotropina (ACTH) – Regula a secreção dos hormônios do Córtex Supra-Renal (Cortisol, aldosterona e Androgênios e estrogênios). Sua liberação aumenta junto com a intensidade do exercício, aumentando a disponibilidade de glicocorticóides.
- Hormônio folículo-estimulante – Promove o desenvolvimento de espermatozóides nos testículos e dos folículos nos ovários e a secreção de estrogênio também nos ovários.
- Hormônio Luteinizante (LH) – Promove a secreção de testosterona nos testículos. E nos ovários acarreta na ruptura do folículo e liberação do ovo além da secreção de estrogênio e progesterona.
- Prolactina (PRL) – Estimula o desenvolvimento das mamas e a produção de leite.
- Hormônio Antidiurético (ADH) – Reduz a quantidade de água excretada na urina, promove a constrição dos vasos aumentando a pressão arterial.
- Ocitocina – Estimula as contrações uterinas e a secreção de leite.
Tireóide
- Tiroxina (T4) e Triiodotireonina (T3) – Aumenta a produção metabólica das células aumentando a produção de calor e a freqüência cardíaca, aumenta a contratibilidade do miocárdio.
- Calcitonina – Inibe a liberação de Ca++ dos ossos para o sangue.
Paratireóide
- Paratormônio – Eleva a concentração de Ca++ no sangue, liberando Ca++ dos ossos e diminuído a excreção e aumentando a reabsorção de Ca++ nos Rins.
Córtex da Supra-Renal
- Glicocorticóides (cortisol) – Antiinflamatório, estimula a síntese de glicose, mobilizam gorduras do tecido adiposo e aumentam a gliconeiogenese, é estimulado em condições de estresse (esxercícios prolongados e extenuantes).
- Aldosterona – Aumenta a retenção de Na+ e a excreção de K+ nos rins. Sua liberação aumenta junto com o aumento do ritmo do exercício. Faz manutenção do volume plasmático.
- Androgênios e Estrogênios – Estimula o desenvolvimento das características sexuais secundarias masculinas e femininas.
Medula da Supra-Renal
- Adrenalina – Aumenta a freqüência cardíaca, aumenta contratilidade do mmicárdio, o fluxo sanguíneo para os músculos esqueléticos e o consumo de oxigênio e também a mobilização de glicogênio. Sua liberação aumenta junto com a intensidade do exercício elevando a glicose sanguínea, o fluxo sanguíneo muscular a freqüência cardíaca e a contratilidade.
- Noradrenalina – Constrição das arteríolas e vênulas, aumentando a pressão arterial. Sua liberação aumenta junto com a intensidade do exercício promovendo o controle da pressão arterial, da frquência cardíaca e da contratilidade.
Pâncreas
- Insulina – Diminui a glicose sanguínea devido ao aumento do ritmo de transporte de glicose por meio das membranas, aumenta a utilização de glicose, aumenta a gordura nos adipócitos. Diminui com o aumento do ritmo de realização do exercício, reduzindo o estímulo para utilização da glicose sanguínea.
- Glucagon – Aumenta a glicose sanguínea devido a liberação de glicose pelo fígado, estimula o fracionamento da gordura e da proteína (Catabolismo).
- Samatostatina – Inibe a liberação de insulina e glucagon
Rins
- Renina – Ajuda na regulação da pressão arterial por meio do mecanismo de aldosterona-angiostensina.
- Eritropoetina – Atua na medula óssea aumentando a produção de hemácias. Sua produção é aumentada com o exercício.
Ovários
- Estrogênio – Promove o desenvolvimento dos órgãos sexuais e das características sexuais femininas, permite um maior armazenamento de gorduira e ajuda na regulação do ciclo menstrual. Sua produção aumenta em maiores ritmos de exercícios.
- Progesterona – Ajuda na regulação do ciclo menstrual. Sua produção aumenta em maiores ritmos de exercícios.
Testículos
- Testosterona – Promove o desenvolvimento dos órgãos sexuais e das características sexuais secundárias masculinas, incluindo o crescimento dos testículos, das bolsas escrotais e do pênis, dos pêlos faciais e aprofundamento da voz. Promove síntese protéica e o crescimento muscular. Sua produção aumenta em maiores ritmos de exercícios.
- músculo esquelético é o tipo de músculo que podemos ver e sentir. Quando um fisiculturista se exercita para aumentar a massa muscular, é o músculo esquelético que está sendo trabalhado. Os músculos esqueléticos ligam-se ao esqueleto e aparecem aos pares: um músculo para mover o osso em uma direção e outro para mover esse mesmo osso de volta na direção contrária. Esses músculos normalmente se contraem de forma voluntária, ou seja, você pensa em contraí-los e o seu sistema nervoso manda eles obedecerem ao seu pensamento. Eles podem fazer uma contração curta e única (espasmo) ou uma contração longa e prolongada (tetania);
- os músculos lisos são encontrados no sistema digestivo, vasos do sangue, bexiga, passagens respiratórias e no útero. O músculo liso tem a habilidade de estirar e manter a tensão por períodos longos. Ele se contrai involuntariamente, ou seja, você não precisa pensar em contraí-lo, já que seu sistema nervoso faz isso de maneira automática. Por exemplo, o seu estômago e intestinos fazem seu trabalho muscular o dia todo e, na maior parte do tempo, você nem percebe o que se passa por lá;
- o músculo cardíaco é encontrado somente no seu coração e suas características são resistência e consistência. Ele pode estirar de modo limitado, como um músculo liso e contrair com a força de um músculo esquelético. É um músculo que se estende com espasmo e se contrai involuntariamente.
- Grupo Muscular: Abdominais Para além, da função "estética", este grupo muscular, possui outras diversas e numerosas funções fisiológicas importantes. Estes músculos, estão intimamente e diretamente envolvidos na morfologia do tronco. Os músculos mais largos, contribuem para formação do contorno da cintura e permitem com a ajuda e cooperação dos músculos paravertebrais, os movimentos de rotação do tronco (em relação ao seu eixo vertebral), assim como possibilitam, a total flexão do mesmo (tronco, entenda-se). Tem também por função, manter as vísceras no interior do abdome, e estão por isso indiretamente relacionados com o bom funcionamento do aparelho digestivo. Ainda, intervém na respiração forçada. E não restam duvidas possíveis, que a obtenção de uma poderosa cintura abdominal, permite uma ligação contínua e perfeita, entre a força dos membros superiores e inferiores. O centro de massa (centro de gravidade) do corpo humano, situa-se sensivelmente na zona do abdômen. Nas lutas este grupo muscular é masi requisitado, pois são considerados como fundamentais para posicionar o corpo em concordância com o meio ao seu redor.
- DOR LOMBAR-Sinônimos: lombalgia, doença postural da coluna vertebral Oitenta por cento dos seres humanos sentem dor lombar lombalgia) em algum momento de suas vidas.Uma proporção menor tem dor cervical (pescoço) e na nuca, sendo que outros sentem dorsalgia. A maioria destas pessoas pode manter suas atividades habituais, mas as cumprirão com períodos de desconforto ou dor. Cerca de 30% desse grupo faltará ao trabalho devido à lombalgia.
- Quais as causas de lombalgia? Na grande maioria das vezes, a dor se relaciona com problemas mecânicos da coluna vertebral, isto é, com defeitos na sua função. O tratamento principal é normalizar a função, isso podendo ser obtido com exercícios e outros cuidados posturais. 2. Doença postural relacionada com músculos fracos e/ou rigidez músculo-ligamentar Uma situação muito freqüente como causa de lombalgia é coluna vertebral normal mas músculos abdominais fracos. São necessários músculos abdominais potentes para sustentar a pressão exercida pela cavidade abdominal e, também, equilibrar as forças dos músculos eretores da coluna; caso contrário, haverá tendência crescente em aumentar a lordose lombar. Outra condição freqüente e importante (e muitas vezes não identificada) de lombalgia é a falta de flexibilidade dos músculos e ligamentos posteriores da coluna lombar, das coxas e das pernas. A coluna lombar flexiona 45 graus. Para uma flexão adequada, os músculos eretores, suas fáscias e os ligamentos longitudinais devem ser suficientemente extensíveis. Após os 45 graus de flexão da coluna lombar, o restante do movimento do tronco se faz através da flexão da pelve. A rotação anterior da pelve é feita ao redor das articulações coxo-femurais e é limitada pelo comprimento e grau de alongamento dos músculos posteriores das coxas e pernas. Se os tecidos não têm ou não estão com flexibilidade suficiente, a tentativa de atingir a amplitude máxima provocará dor devido ao alongamento excessivo e, eventualmente, dano estrutural.
- PROCURE SEMPE EM PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FISICA que que tem muita experiência e valores a transmitir",vai descreve o trabalho desenvolvido na musculação, hidroginástica, na caminhada, entre outros esportes. "A conscientização é muito importante e é a alma de todo trabalho.
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